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#Gratidão

  • 18 de jan. de 2017
  • 2 min de leitura

Eu já escrevi sobre muitas coisas. Sobre saudade de certas amizades, sobre términos, sobre paixões secretas e sobre autoestima. Esse texto tá saindo bem atrasado, mas eu vim, mesmo depois de 18 dias, agradecer. Agradecer ao ano que se passou, mesmo que não tenha sido lá um dos melhores anos da minha vida.

Confesso: na virada do ano eu não estava comemorando o começo de 2017, eu estava comemorando o fim de 2016! Me aconteceu tanta desgraça ano passado que você aí, do outro lado da tela, não tem noção! Eu me afastei das pessoas que eram as mais próximas de mim, cortei laços que eu achei que seriam para sempre, tive problemas no colégio... e tudo isso mexeu tanto comigo que me fez duvidar de quem eu queria ao meu lado, me fez duvidar do amor, e principalmente, me fez duvidar de mim.

Eu duvidei tanto de mim... Sobre quem eu era, sobre quem eu queria ser, sobre quem eu deveria ser, se eu realmente valia a pena... se eu era bonita. Minha autoestima despencou. E foi preciso que ela despencasse pra que eu percebesse que ela já não estava onde deveria estar há muito tempo.

Eu precisei despencar, cair de cara no chão pra perceber que a vida que eu queria levar, e principalmente, a que eu não queria levar.

Foi um ano bem complicado, mas necessário.

O melhor é saber que eu sobrevivi a esse ano com capacidade de agradecer. Pelas coisas boas e pelas coisas ruins, graças a Deus. Por todos os anjos que passaram pelo meu 2016 e deixaram meu ano um pouquinho mais doce, fizeram com que parecesse ser mais fácil de ser vivido. Me ajudaram a ficar mais forte. Afinal, se eu sobrevivi a 2016... eu sobrevivo a qualquer coisa, né não?

 
 
 

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